Para o diabetes tipo 2 há mais produtos, para quem não consegue controlar a doença só com mudanças na alimentação. Além da insulina inalável, também é possível fazer uso de antidiabéticos orais.
Um deles é o metformina, produzida pela Merck e comercializada com o nome Glifage. O produto melhora a captação da glicose pelo organismo, e reduz a mortalidade e complicações, como cegueira, amputações e eventos cardiovasculares. Uma nova geração do produto busca melhor tolerância gastrointestinal.
Outra possibilidade é o fosfato de sitagliptina, produzido pela Merck Sharp & Dohme. Aprovado no final do ano passado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o medicamento, com nome comercial Januvia, pertence a uma nova classe terapêutica denominada inibidores da enzima DPP-4 (dipeptidil peptidase).
Esse tipo de medicamento melhora a ação das incretinas, hormônios que atuam de modo fisiológico para manter os níveis normais de açúcar no sangue. As incretinas estimulam a produção de insulina pelo pâncreas e diminuem a produção de glicose pelo fígado. A vantagem, segundo o fabricante, é que a substância tem menos efeitos colaterais que outros, como aumento de peso e hipoglicemia, e é um medicamento oral, para administração em dose única diária.
Alguns suplementos, produzidos pela Support, também ajudam no controle da glicemia. Eles são compostos por proteína isolada de soja, lipídios monoinsaturados e fibras solúveis. (C.P.)

mockup