O corpo não consegue funcionar sem vitaminas e minerais: ele se adapta. E, antes de apresentar doenças, ele dá sinais: pele ressecada, enxaqueca, sinusite, rinite, olheiras, cabelos e unhas fracas. ''Esse é o resultado de uma alimentação rica em pão branco, pizzas, macarrão instantâneo, sem nada de verduras, frutas e legumes'', alerta a nutricionista funcional Kelly Franco, de Londrina.
A nutrição moderna, segundo ela, hoje prega como importante não só o índice glicêmico dos alimentos, velocidade com que a glicose é absorvida, mas a carga glicêmica, que avalia a qualidade desse índice. ''Então, se antes, feijão, caqui e melancia, por exemplo, não eram indicados para diabéticos, porque de fácil e rápida absorção, hoje se sabe que eles têm muito a oferecer em nutrientes, fibras, vitaminas e minerais'', aponta.
Feijão, soja e folhas verdes escuras são alguns exemplos de alimentos que vale a pena incluir na dieta pelos benefícios que trazem. Eles contêm triptofano, aminoácido precursor da serotonina, substância que vai ajudar na saciedade. Outros, segundo Kelly, são o chá verde, o ginseng e a aveia, que ajudam a diminuir os níveis de glicose no sangue, e os ômegas 3, 6 e 9, através dos óleos de peixe, da linhaça, do azeite e das castanhas. ''Eles melhoram a utilização da insulina no organismo'', aponta. Outra dica é usar a inulina, açúcar da chicória, rico em fibras, que ajuda a diminuir a absorção de glicose.(C.P.)

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