A Folha faz 50 anos em 1998, com uma série de atividades destinadas a homenagear seus leitores e engajar a comunidade nas comemorações. Embora o calendário de eventos comemorativos devam começar em 13 de julho, e ter seu ponto alto em novembro, quando o jornal completará o meio século de existência, as ações relacionadas ao aniversário tiveram início há algum tempo.
Em primeiro lugar foi escolhido o símbolo do cinquentenário, um selinho que começou a circular, dia 14 de junho, no canto direito superior (orelha direita, no jargão jornalístico) da primeira página do jornal. No dia 30 de maio uma comissão de funcionários (Comissão dos 50 Anos) reuniu-se em Curitiba, para fechar o calendário de eventos. Essa comissão decidiu que a Folha promoverá exposições, concursos e festas em Londrina, Curitiba, Maringá, Cascavel e Foz do Iguaçu. Ela é formada por representantes dos vários setores do jornal (leia comentário nesta página) e se reuniu novamente, dia 27 de junho, para fechar o cronograma de atividades comemorativas.
A diretora regional, Regina Kracik e o diretor administrativo e industrial, Carlos Macarini, admiram o caderno Folha da CopaEventosA Comissão dos 50 Anos aprovou os seguintes eventos para comemorar o cinquentenário do jornal: concurso de frases (em agosto), inauguração da nova sede do jornal em Londrina, edição do livro ‘‘História da Folha’’, selo dos 50 anos, visitas; cinco exposições culturais e históricas que serão montadas em Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel e Foz do Iguaçu, mostrando fotografias de fatos registrados pelos profissionais do jornal, evolução gráfica e editorial (compiladas de uma seleção das primeiras páginas da Folha; os guarda-roupas das primeiras damas do Paraná; a arte paranaense e imagens de Londrina pintadas em pratos, trabalhos de artistas do Estado; reportagens a respeito da trajetória da Folha e sua participação em campanhas (‘‘aconteceu porque a Folha mexeu’’) reivindicatórias, tais como criação da Universidade Estadual de Londrina, criação do Instituto Agronômico do Paraná, construção de rodovias e outras, a partir de 14 de julho), museu da Folha, convites a personalidades como Dona Ruth Cardoso e outras.
Pretende-se mostrar a importância do jornal para a sociedade paranaense e brasileira e sua profunda ligação com a comunidade onde atua. Dessa interação (de um lado, o jornal interpretando e defendendo os anseios da sociedade; de outro lado, a sociedade fornecendo com seu trabalho o conteúdo, a matéria-prima do jornal) nasceu e cresceu a Folha de Londrina/Folha do Paraná.

mockup