O Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Curitiba, espera concluir, no mês que vem, as consultas de reavaliação dos pacientes que tomaram comprimidos do lote 351 do medicamento Androcur, que foi falsificado. O remédio é usado no tratamento de câncer de próstata. Dos 90 pacientes que vinham recebendo o medicamento gratuitamente, dois acabaram morrendo, e os 88 restantes deveriam procurar a equipe médica para uma nova consulta.
De acordo com o HC, na época em que morreu o aposentado Teodoro de Lima, 76 anos, no dia 6 do mês passado, o hospital já tinha 28 consultas agendadas. Não há informação de quantas reavaliações foram realizadas, já que elas são marcadas com antecedência, cujo prazo varia de acordo com o estado de saúde do
paciente.
O hospital explica que a demora em reavaliar todos os pacientes é provocada pela dificuldade de localizar todos eles, já que muitos não moram em Curitiba. Dos 88 pacientes que continuam sendo tratados, apenas 43 são da capital e o restante de cidades do interior e até de outros estados, como Bahia e Rio Grande do Sul.
Rio Técnicos do Conselho Regional de Farmácia constatam que 957 das quatro mil farmácias do Estado do Rio (25%) são irregulares ou clandestinas. Dessas, 588 não têm farmacêutico e 369 nem sequer têm a autorização da Vigilância Sanitária para funcionar. Hoje a lista com as 957 drogarias ilegais será publicada no Diário Oficial do estado em anexo à resolução 1.209, que determina a interdição cautelar dos estabelecimentos.

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