São Paulo - O sequestrador Wanderson Nilton de Paula Lima, 23, o Andinho, tratava bem suas vítimas mas quando drogado chegava a torturá-las, disse ontem o diretor do Deic (Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado), Godofredo Bittencourt Filho.
De acordo com Bittencourt, Andinho integrava uma quadrilha de 16 pessoas. Desse grupo, 11 pessoas estão foragidas, três mortas e duas (incluindo Andinho) presas. O grupo era formado por sete pessoas que atuavam diretamente nos sequestros e outras oito que dariam suporte às ações.
Segundo Bittencourt, além de Ronaldo Góes, que fazia a segurança do sequestrador e está preso, outros dois policiais - Eudes Trevisan e Rogério Diniz - estão envolvidos com a quadrilha. O grupo, que atuava principalmente na região de Campinas, realizou ao todo 25 sequestros, sendo que Andinho teria participado de 19 deles.

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