O Instituto Nacional de Controle de Qualidade de Saúde (INCQS) reprovou 32 lotes de bolsas de sangue, do total de 38 analisados - recolhidos de três laboratórios nacionais e dois estrangeiros a partir de 1996. As bolsas de sangue utilizadas, em geral, em intervenções cirúrgicas e acidentes apresentavam falhas graves de conservação. Algumas tinham ‘‘componentes indesejáveis’’ na solução e outras, teor de glicose abaixo do permitido, o que reduz o período de conservação do sangue. ‘‘Qualquer fator de risco expõe ainda mais essas pessoas, já debilitadas’’, disse Nilo Dória, coordenador do programa de saúde do INCQS, da Fundação Oswaldo Cruz. Dos três laboratórios nacionais inspecionados em 1996, dois deles foram interditados: Halex Istar e JP.

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