A Associação dos Magistrados do Paraná apóia a fusão entre o Tribunal de Alçada e o Tribunal de Justiça. ‘‘A fusão implicará na melhoria dos serviços judiciais em segundo grau e na agilidade ds julgamentos dos processos’’, avalia Guilherme Luiz Gomes, presidente da AMP. Segundo ele, outro bom motivo para a fusão é a possibilidade de reestruturação das Câmaras Cíveis e Criminais, além da economia de recursos financeiros e redução da burocracia.
O Tribunal de Alçada foi instalado no Paraná em 1970 e nos dez primeiros meses deste ano recebeu quase 17 mil processos.
Os seis desembargadores designados quinta-feira pelo presidente do Tribunal de Justiça, Henrique Lenz Cesar, para estudar a viabilidade da fusão entre o TJ e o Tribunal de Alçada (TA) começam o levantamento nessa semana. Integram a comissão o corregedor Oto Sponholz e os desembargadores Tadeu Loyola, Carlos Hoffmann, Clotário Portugal, Ulisses Lopez e Moacir Guimarães.
A proposta de fusão extingue os 49 cargos de juízes do TA, que passam a ser desembargadores e seriam incorporados ao TJ. O presidente do TJ se diz ‘‘simpático’’ à medida, mas garante que não vai interferir no trabalho da comissão. César diz que a proposta do TA não depende dele, mas do crivo dos 35 desembargadores do órgão pleno.

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