Aliciadores, em sua maioria, são brasileiros
A coordenadora-geral do Cecria, Neide Castanha, revela que o tráfico de mulheres no Brasil não conta com participação exclusiva de ''gringos''. Os aliciadores, em sua maioria, são mesmo brasileiros. Neide tem a convicção de que as mulheres e adolescentes entram no mercado de exploração sexual ''por uma questão de necessidade''. E sugere ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva que na seleção dos municípios beneficiados pelo programa Fome Zero considere a rota do tráfico de mulheres e adolescentes, no País.
O recrutamento de mulheres e adolescentes para o tráfico doméstico e internacional começa com a promessa de melhores condições de vida. Elas sabem das oportunidades por anúncios em jornais, contato direto com os traficantes ou por intermédio de amigos e parentes que informam sobre empregos como bailarina, garçonete, empregada doméstica ou ofertas de casamentos.





