O jornalista e apresentador Alexandre Garcia estreia sua coluna nesta quarta-feira (27) no site da FOLHA e na edição do jornal impresso.

Imagem ilustrativa da imagem Alexandre Garcia estreia coluna na Folha de Londrina
| Foto: Divulgação

Leia a coluna“Intimidando o criminoso” em que Garcia fala sobre a queda de homicídios no País.

Alexandre Garcia nasceu em Cachoeira do Sul, onde começou no rádio. Na Rádio Cachoeira, ZYF-4, onde seu pai, Oscar Chaves Garcia, o “Papito”, trabalhava, fazia papéis infantis em rádio-novela, aos seis anos, em 1947. Quando seu pai foi instalar a Rádio Alto Taquari, de Estrela, passou a fazer papéis infantis em novelas da ZYN-9.

De volta a Cachoeira, transmitia a missa dominical aos 15 anos de idade. Depois, foi locutor e noticiarista na Rádio Independente, de Lajeado, também levado por seu pai. Transferindo-se para Porto Alegre, pagava seus estudos como locutor da Rádio Difusora, PRF-9. (“Quer dizer: de microfone, já tenho mais de 70 anos...”)

O jornalista é formado em primeiro lugar no vestibular em todo o curso, na PUC/RS, onde depois lecionou. Está em Brasília há 43 anos. Foi correspondente no exterior pelo Jornal do Brasil e depois subsecretário de imprensa da Presidência da República, no governo Figueiredo, por 18 meses.

Foi diretor da TV Manchete e diretor de jornalismo da TV Globo em Brasília. Atuou por 31 anos na Globo como repórter especial, comentarista e apresentador substituto no Jornal Nacional, Bom Dia Brasil, e programa semanal na Globonews além de comentarista e apresentador do noticiário local. Escreve para duas revistas mensais. Faz comentários diários para mais de 300 emissoras de rádio. Foi professor universitário no Uniceub. Faz palestras pelo Brasil.

Cobriu três guerras (Angola, Líbano e Malvinas) e recebeu da Rainha Elisabeth II a Ordem do Império Britânico. Foi enviado especial no Peru, Paraguai, Colômbia e Chile. E correspondente especial na Argentina e Uruguai. Agraciado com 18 condecorações nacionais. Recebeu o Prêmio Volvo de Segurança de Trânsito. Escolhido, pelo voto secreto dos estudantes de Brasília, como Personalidade do Ano de 1996. Em 1997, o Poder Legislativo outorgou-lhe o título de Cidadão de Brasília. Autor de João Presidente e Nos Bastidores da Notícia, que vendeu mais de 60 mil exemplares.

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