Washington, 03 (AE-AP) - A morte da princesa Diana Spencer e de Dodi Al Fayed não foi um acidente, mas um atentado ordenado nada menos que pelo príncipe Phillip de Edimburgo, marido da rainha Elizabeth II, que não queria o casamento ddos dois, segundo Mohamed Al Fayed, o pai de Dodi.
Em declarações à revista americana Talk - cuja investigação sobre a morte de Diana não confirma, entretanto, a tese explosiva de Al Fayed, assim como as investigações da polícia francesa - o milionário egípcio dono das lojas Harrods afirmou não ter dúvidas sobre "quem foram os assassinos", e que o "príncipe Phillip tem a responsabilidade de ter dado a ordem" de provocar o acidente.
"Ele é um grande racista", continuou Al Fayed na entrevista à Talk. "Ele tem sangue alemão e estou certo de que é um simpatizante nazista. Também Robert Fellowes (secretário particular da rainha e cunhado de Diana) foi essencial para o plano. Ele é o Rasputin da monarquia britânica".
A "teoria de conspiração" de Al Fayed segue o seguinte roteiro: Na noite do acidente na Ponte das Almas, de Paris, agentes do serviço secreto britânico M16, "inspiraram" o programa da noite de Diana e Dodi.
Depois do jantar no hotel Ritz, ordenaram Henri Paul, responsável pela segurança, a persuadir o casal a voltar para o apartamento de Dodi.
Agentes do M16 se infiltraram entre o grupo de fotógrafos que seguia o casal. Quando o Mercedez da princesa entrou em grande velocidade no túnel das Almas, um Fiat Uno guiado por um conspirador colocou-se em velocidade bem lenta na pista da direita, obstruindo- a.
Outros dois agentes com raios laser conseguiram fazer com que Paul perdesse o controle do veículo.
Depois do acidente, outros agentes substituíram a mostra de sangue de Henri Paul por de outro, com alto teor alcóolico, fazendo parecer que tudo foi causado pela ingestão excessiva de bebidas.
Para Gerald Posner, o jornalista que entrevistou Al Fayed, o egípcio cresceu em uma cultura na qual cataclismas são muitas vezes vistos como resultado de intrigas bizantinas.

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