Até o momento, não há vacina contra a hepatite C. O material médico deve ser manipulado com extremo cuidado por pessoas treinadas. Objetos de uso íntimo como escova de dentes e lâminas de barbear não devem ser compartilhados entre pessoas contaminadas e não contaminadas.
Considera-se prevenção secundária evitar que a hepatite C evolua para estágios mais avançados nos indivíduos que já estão infectados pelo vírus (HCV).
Viver no mesmo domicílio, almoçar na mesma mesa, apertar a mão, abraçar ou beijar uma pessoa com hepatite crônica C não apresenta nenhum risco de transmissão.
O gastroenterologista e hepatologista Mario Pessoa, presidente da Associação Paulista para Estudo do Fígado, destaca que por se tratar de uma endemia silenciosa, que em 60% a 80% dos casos torna-se uma doença crônica, a hepatite C é hoje um sério problema de saúde pública mundial.
''Calcula-se que mais de 90% dos casos ainda não estejam detectados. As pessoas desconhecem sua condição de portadora, pelo fato da doença praticamente não apresentar sinais e sintomas que facilitem sua identificação'', destaca o especialista.

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