Rio - Outro dado importante da pesquisa é em relação à carência do País na área de serviços públicos e infraestrutura. O maior problema continua sendo a falta de saneamento básico. Apenas 55,4% dos 57,3 milhões de domicílios pesquisados no ano passado estavam ligados à rede geral de esgoto. Outros 11,6% utilizavam fossa séptica, forma de saneamento considera adequada pelo instituto.
Os demais 32,9% ou não tinham saneamento básico ou usavam soluções alternativas (como o despejo em rios, fossas rudimentares etc) tidas como inapropriadas. Estavam nessa situação 18,9 milhões de domicílios brasileiros.
Já o serviço de coleta de lixo atendia a 87,4% dos domicílios - ou 50,1 milhões de lares. No caso do abastecimento de água, 82,9% dos domicílios estavam ligados à rede geral de distribuição, mas ainda 10% das famílias buscavam a água em poços. Outros 7,1% usavam outra solução alternativa - como a retirada de água de lagos ou nascentes.
O IBGE constatou ainda que 73,3% dos lares do País eram próprios. Os alugados representavam 18,3% do total. Outros 7,8% estavam na condição de cedidos e 0,6% classificados como outra forma de moradia.(Folhapress)

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