Consumir água de poços artesianos, cisternas e rios cujas origens é o lençol freático da capital baiana constitui-se num sério risco à saúde. É o que revela pesquisa realizada pelo Instituto de Geociências da Universidade Federal da Bahia (UFBA), divulgada na semana passada. Os técnicos detectaram a presença de substâncias tóxicas como coliformes fecais, derivados de combustíveis e metais pesados nas águas subterrâneas de Salvador. A maioria da população consome, contudo, água tratada, distribuída pela Empresa Baiana de Água e Saneamento (Embasa). Conforme o estudo, os níveis de contaminação do ‘‘aquífero freático’’ de Salvador superam, em alguns pontos da cidade, o nível máximo de contaminação permitido pela resolução número 20 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

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