Os moradores das vilas rurais localizadas na região Oeste do Paraná estão sendo orientados quanto aos cuidados para evitar a proliferação do Aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue e da febre amarela. As informações estão sendo repassadas aos moradores por equipes de agentes de combate às doenças formadas nos municípios onde estão implantadas as regionais de sa©úde.
De acordo com o chefe da 20ª Regional de Saúde de Toledo, Newton Barufatti, responsável por uma área formada por 18 municípios, até o momento não há nenhum caso notificado nas vilas rurais atendidas pelos agentes de saúde. ‘‘Por tratar-se de uma pequena comunidade, as vilas rurais também são incluídas no programa de orientação que vem sendo intensificado na região’’, completa.
As equipes, a exemplo que acontece na cidade e em outras localidades do interior dos municípios, fazem visitas às vilas e ensinam como combater a proliferação do vetor da doença a partir de métodos simples e eficazes. A preocupação com as vilas rurais deve-se ao fato de ser comum encontrar nesses locais recipientes com água parada.
A chefe da 10ª Regional de Saúde de Cascavel, Arlene Muzzolon, que atende 25 municípios da região, esclarece que as famílias são informadas que a água parada, mesmo quando limpa, é o lugar mais procurado pelo mosquito. ‘‘Ele se reproduz rapidamente e precisa, para isso, de um pouco de água parada associada ao calor e baixa luminosidade’’, acrescenta.
Muzzolon observa que os moradores das vilas rurais estão preocupados com o avanço da dengue e da febre amarela em outras regiões do país e procuram seguir atentamente as recomendações repassadas pelos agentes.(Gilmar Agassi)

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