Advogado se diz surpreso com a prisão
O delegado-chefe da 10Subdivisão Policial (SDP) de Londrina, Jurandir Gonçalves André, não quis comentar o envolvimento de policiais civis no crime de extorsão antes da conclusão dos trabalhos do Ministério Público (MP) de Ibiporã e da Promotoria de Investigações Criminais (PIC) de Londrina. ''Nossa função será instaurar um procedimento administrativo interno para apurar o caso'', resumiu.
André foi responsável por efetuar, pessoalmente, a prisão do delegado e dos dois escrivães de Ibiporã, enquanto trabalhavam. O delegado-chefe comentou que ''a versão do Zuba é de negativa total da autoria do crime''.
O advogado de Zuba, João dos Santos Gomes Filho, disse ontem à Folha, no início da tarde, que tomara conhecimento do fato pelos jornais e que ainda desconhecia o despacho do juiz de Ibiporã Sérgio Aziz Neme, que decretou a prisão preventiva dos acusados. Gomes se disse muito triste com a prisão do delegado, de quem é ''amigo pessoal há 20 anos''.
''Zuba tem um histórico de bom moço e esse fato é uma surpresa para mim'', observou.





