Segundo o advogado Walter Bittar, também será pedido ao juiz local autorização para divulgar partes do que seriam imagens do circuto interno da delegacia - nas quais, garante, haveria ''cenas de agressão contra o padre e de um policial abaixando as calças dele, quando tentava se vestir, para que uma emissora pudesse registrar o preso sem roupas''.
Bittar refutou também o depoimento de um menino de 15 anos que teria dito que o padre o abordou com a proposta de sexo oral - a mesma, segundo os PMs que o prenderam, que teria sido feita também a um deles, abordado por Andrei. ''Vamos pegar os depoimento desse menino e o dos policiais e expor que um diz uma coisa, e outro (o adolescente) diz outra. Meu cliente nunca negou que bebeu e dirigiu, mas a versão apresentada pela polícia não bate com o que de fato ocorreu'', encerrou.
Em Londrina, algumas paróquias citaram abertamente o caso de Andrei, no último domingo, mas atribuindo o episódio a uma suposta tentativa de outras igrejas verem na prisão do padre uma chance de ''ataque'' à Igreja Católica. Em algumas missas, personagens envolvidos na prisão chegaram a ter atrelada a ação contra Andrei a supostas questões religiosas.(J.G.)

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