O advogado Marlon Wander Machado pediu ontem a liberdade provisória do cantor Rafael, ex-integrante do grupo Polegar, alegando que o artista não tinha consciência dos seus atos quando tentou roubar R$ 1 e um vale-transporte, anteontem em São Paulo.
Viciado em drogas, Rafael Ilha Alves Pereira, 25 anos, estava sob o efeito de crack quando assaltou a balconista Tatiane Oliveira Pereira, 19 anos, no Campo Belo, zona sudeste de São Paulo. ‘‘Ele era inimputável no momento do crime. É dependente de drogas e estava sob efeito de crack , afirmou Machado.
O advogado do cantor disse ainda que, se sair da carceragem do 95 DP
(Heliópolis), Rafael irá para a clínica Comunidade Terapêutica Amor e
Verdade, em Mairinque (a 62 km de São Paulo). Se a liberdade não for concedida, Machado adiantou que irá pedir um habeas corpus para o artista.
Rafael recusou ontem o apoio dos integrantes do seu antigo grupo musical. Os cinco rapazes foram à delegacia por volta das 9 horas. Em entrevista à imprensa no início da tarde, Rafael disse que os rapazes estariam querendo se aproveitar da fama que ele ganhou com o episódio.

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