São Paulo - A avó de Tainá, menina de 5 anos morta após briga de trânsito em São Paulo, Berenice Valente de Mendonça, 64, e o tio Júnior Gaspari desmentiram que o advogado Marcos Versilíades Pereira, que estava no carro e também foi atacado, tivesse agredido o assassino.
''Não houve agressão. Foi tudo muito rápido. O Rodrigo (acusado pelo assassinato) desceu sem a arma, voltou rapidamente para o carro e a pegou'', disse Gaspari.
Marcos Pereira, 34 anos, baleado no último domingo junto com Tainá Alves de Mendonça, saiu anteontem à tarde do hospital Panamericano e foi para casa.
Acompanhado por parentes, o advogado atingido no braço e no abdome caminhava com dificuldade. A agressão aconteceu durante uma briga de trânsito em Pinheiros (zona oeste).
Rodrigo Farrampa Guilherme, 22 anos, acusado de dar os tiros, continua foragido. Sua prisão temporária foi decretada pela Justiça no início da semana, mas a polícia não sabe onde ele está.
Uma mulher que mora ao lado da casa de Guilherme, contou ontem que o viu em casa na semana passada. A mãe de Guilherme, Maria Conceição, havia dito à polícia que, no dia do crime, já fazia 15 dias que o filho não aparecia em casa.
O delegado Marcos Gomes de Moura, do 14º DP, que investiga o caso, acredita que o advogado não estava com a arma, durante a discussão no trânsito.

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