São Paulo- Um exame realizado pelo Instituto de Criminalística descartou que o namorado da mãe da criança deixada na lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte, seja o pai da menina. Ela foi encontrada no dia 28 de janeiro boiando na lagoa, embrulhada em um saco plástico.
O advogado havia dito que pretendia ficar com a criança, caso o exame confirmasse a paternidade. Em depoimento à polícia, no último dia 30, ele disse que morava com a promotora de vendas Simone Cassiano da Silva, 28, desde agosto e que não sabia da gravidez da namorada.
Simone está presa. Na última sexta-feira, o Tribunal de Justiça do Estado negou um pedido de habeas corpus para ela. No pedido de liberdade, sua defesa alegou que não houve flagrante, portanto ela não deveria estar presa. Os advogados citaram que Simone é ré primária, tem trabalho e residência fixa.

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