Advogado explica recusa
Brasília, 26 (AE) - O advogado do ex-presidente do Banco Central Francisco Lopes, Luis Guilherme Vieira, que entrou com pedido de habeas-corpus no Supremo Tribunal Federal, recomendou que seu cliente não assinasse o termo de responsabilidade por entender que Lopes está depondo na CPI como réu e não como testemunha. "Ele não está aqui como testemunha e sim na condição de um homem que está sendo linchado publicamente", afirmou. Ele enfatizou que o fato de ele, Vieira, ter sido "arbitrariamente expulso" da sala onde está sendo feita a sessão e de não poder exercer seu trabalho junto ao seu cliente prova que ele estava certo ao recomendar que Lopes "exercesse seu direito ao silêncio". O advogado ainda falou que "os esclarecimentos serão dados no momento correto na Justiça e não mais na CPI".





