Curitiba- O advogado de Athayde Neto, Júlio Militão, culpou ontem a falta de organização da Polícia Militar pela morte dos adolescentes. ''Tudo ocorreu efetivamente por causa de falta de policiamento na rua. Houve muito tumulto. A omissão da Polícia Militar foi preponderante para que o incidente acontecesse'', defendeu ele.
A PM cobraria uma taxa de R$ 750,00 para fazer o policiamento. Entretanto, os promotores não pagaram a taxa. A Prefeitura de Curitiba e o Corpo de Bombeiros alegam que não concederam alvará para o funcionamento do show em Curitiba.
Entre as testemunhas de ontem, estava o empresário Luís Fernando Mussi, que chegou a ser citado como um dos promotores do evento, mas acabou não sendo denunciado pelo MP por falta de provas. Luis Fernando não quis falar com a imprensa. Ele disse apenas que era inocente e não temia dar qualquer tipo de esclarecimento para a Justiça.
Ontem também seria ouvido o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Relações com o Mercosul, Luís Mussi, que adiou o depoimento para o dia 13, às 15 horas. Por ser secretário de Estado, Mussi, que é o presidente do Jockey, tem a prerrogativa de escolher a data de depoimento.(L.P.)

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