Curitiba - O administrador de empresas curitibano Robson Luiz de Souza, 33 anos, não chega a ser uma aficcionado por academia, mas frequenta as aulas de natação e musculação, de segunda a sexta-feira. Aos sábados, procura se exercitar ao ar livre, correndo pelo Parque Barigui, um dos mais concorridos de Curitiba para a prática de esportes. A rotina se repete há dois anos e meio, desde que decidiu parar de fumar e se apegou à atividade física como um apoio para seu objetivo.
Sua preocupação maior é com a saúde, conta Robson. Troca o tempo ocioso do intervalo de almoço cerca de 1h40 para cuidar do físico. As aulas de musculação, garante ele, não são um ''culto ao corpo'', mas uma forma de melhorar seu condicionamento para a natação. Ele revela, no entanto, que, várias vezes deixou de sair à noite para estar inteiro para suas atividades físicas no dia seguinte.
Mesmo antes de começar a frequentar uma academia, Robson diz que nunca foi um sedentário completo. Enquanto ainda fumava, além das partidas de futebol com os amigos, fazia o percurso de ida e volta de sua casa até o bar para comprar cigarro correndo.
Robson conta, ainda, que não é difícil achar entre os frequentadores de sua academia, pessoas que passam até quatro horas se exercitando, diariamente. A maioria, no entanto, ou se enquadra na ''geração saúde'' ou entre os que querem manter um físico escultural, mas sem exageros.

mockup