Adesão na UEM, UEPG Unioeste e Unicentro
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quarta-feira, 12 de maio de 2004
Chiara Papali<br> Reportagem Local 
O dia de paralisação também aconteceu nas outras universidades estaduais, em Maringá (UEM), Cascavel (Unioeste), Ponta Grossa (UEPG) e Guarapuava (Unicentro). Na Unicentro, não houve adesão dos servidores, mas cerca de 85% dos 550 professores, segundo informações da Associação de Docentes da entidade (Adunicentro), participaram do movimento. ''Apesar dos servidores terem decidido em assembléia não participar, o movimento foi extremamente representativo'', disse a professora Sandra Lourenço, presidente da Adunicentro.
Diferentemente da UEL, os hospitais universitários da Unioeste e da UEM funcionaram normalmente. Para a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino Superior do Oeste do Paraná (Sinteoeste), Fátima Villasboas, foi atingido o objetivo de fazer ''um grande movimento'' dentro das universidades e mostrar o descontentamento com a política do governo Requião. ''O HU da Unioeste funcionou normalmente, mas os funcionários trabalharam vestidos de amarelo, em protesto'', disse.
No próximo dia 15, o Comitê em Defesa do Ensino Superior, que congrega os sindicatos de docentes e servidores das universidades estaduais, deve avaliar o dia de paralisação nas universidades e, segundo Fátima, deve marcar um dia de protesto em Curitiba com caravanas de todo o Estado.


