Adesão ao parquímetro ainda é parcial
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segunda-feira, 03 de outubro de 2011
Michelle Aligleri <br> Reportagem Local 
Londrina - O administrador de empresas Denilson Shefer foi um dos motoristas que estrearam os parquímetros instalados ontem em três vias da Área Central de Londrina: Alameda Miguel Blassi e ruas Hugo Cabral e Pio XII. Para ele, o sistema facilita a vida dos frequentadores da região.
''Eu já uso o bóton porque costumo estacionar em outras vias com parquímetros'', declarou. Ele afirmou que o sistema é prático e permite que ele ''ganhe tempo''. ''Não é preciso aguardar o orientador da Zona Azul vir, eu mesmo consigo registrar meu carro e o aparelho devolve o crédito que eu não usar. Espero que a instalação dos parquímetros seja ampliada para outras vias'', acrescentou.
Os benefícios apontados por Shefer não são suficientes para incentivar todos os motoristas a aderir aos bótons. O pintor Davi Rodrigues, por exemplo, prefere comprar o bloco de cartões de papel e ainda assim demora para gastar. ''Quase não estaciono na rua por isso prefiro o papel'', disse. Outro que não adquiriu o bóton é o médico Wilson Torres de Souza. ''Acabo esperando o atendente e pegando o cartão. Para mim o parquímetro não faz diferença, não sei nem como funciona'', afirmou.
Para a supervisora da Zona Azul, Juliana do Carmo Ferreira Lucas, como o sistema já existe em outras ruas, os motoristas londrinenses já estão se acostumando. ''No geral eu acho que 60% já compraram o bóton'', arriscou.
Com as instalações finalizadas ontem, foram disponibilizadas nestas vias 110 vagas para carros e 35 para motos, além de cinco vagas para idosos e outras cinco para pessoas com deficiência. O comprovante de papel, no entanto, continua valendo. O bóton custa R$ 7 e recebe créditos que são descontados de acordo com o tempo que o veículo fica estacionado.


