Nem todas as religiões vêem com bons olhos a principal festa do cristianismo. Na opinião do técnico em telecomunicações Abieser Junqueira, adepto do judaísmo, a data ‘‘é só comércio’’. Segundo ele, não existe nada que comprove o nascimento de Jesus, ou Yeshua (como é tratado dentro da fé judaica), no dia 25 de dezembro. Segundo ele, o Messias teria nascido por volta do mês de outubro, e a data atual teria servido apenas para a Igreja Católica cooptar as culturas pagãs, que comemoravam em dezembro o nascimento do deus Sol.
  Outra crítica se deve à crença difundida de que os Reis Magos teriam encontrado Jesus menino na manjedoura, cena que é representada nos presépios. Segundo ele, os reis encontraram Cristo quando ele já tinha dois anos de idade e em sua casa.
  Entre os dias 22 e 29 de dezembro, os judeus celebram o Hanukka, ou festa das luzes, quando comemora-se a vitória de Juds Macabeu contra o governador Antíoco Epifânio, que perseguia os judeus e proibia seus sacrifícios sagrados.

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