São Paulo - Três dos quatros acusados pela maior chacina da história de São Paulo - que deixou 17 mortos - serão julgados a partir de segunda-feira (18). O Ministério Público vai enfrentar a dificuldade de apontar aquilo que cada suspeito fez na noite do crime, em 13 de agosto de 2015, a chamada individualização de conduta. Ainda, a Promotoria busca provar uma etapa anterior: mostrar que os réus realmente passaram pelos locais dos ataques, em Osasco e Barueri, na Grande São Paulo.

Irão a júri popular os policiais militares Fabrício Emmanuel Eleutério, 32, e Thiago Barbosa Henklain, 30, e o guarda municipal de Barueri Sérgio Manhanhã, 43. O julgamento do quarto réu, o também PM Victor Cristilder, 32, será realizado em outra data, não marcada, porque ele foi o único que recorreu contra a sentença que mandou todos a júri popular. Todos estão presos em São Paulo há cerca de dois anos.

De acordo com a acusação, a chacina foi provocada por um grupo de PMs e guardas civis que se uniram para vingar a morte de dois colegas assassinados por assaltantes em dias anteriores.

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