Os quatro rapazes acusados da morte do índio Galdino Jesus dos Santos, que teve 95% do corpo queimado em abril de 1997, irão a juri popular entre os meses de agosto e setembro. O processo foi devolvido ao Tribunal de Justiça na sexta-feira, depois que o STF (Supremo Tribunal Federal) negou o recurso da defesa. As informações são da assessoria do TJ-DF. Max Rogério Alves, Tomás Oliveira de Almeida, Eron Chaves de Oliveira e Antônio Novely Cardoso serão julgados por homicídio triplamente qualificado, cuja pena pode chegar até 30 anos de reclusão. Os rapazes estão respondendo o processo na prisão. O índio dormia em um abrigo de ônibus, em Brasília, quando teve ser corpo encharcado por uma substância inflamável e ateado fogo.

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