Acusados de matar dono do bar Bracarense são condenados a 26 anos de prisão
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segunda-feira, 22 de março de 1999
Por Roberta Jansen 
Rio, 23 (AE) - Os dois acusados do assassinato de Armando de Pinho Tavares, um dos sócios do tradicional botequim Bracarense, no Rio, foram condenados hoje a 26 anos de prisão em regime fechado. Douglas Benton Serra e Juan Péricles de Lima Pecsen terão que pagar ainda 120 dias de multa, no valor de R$ 43,3 por dia. A juíza da 17ª Vara Criminal, Maria Isabel Brito Pena, determinou que os condenados permaneçam nas prisões em que se encontram, não permitindo que recorram da sentença em liberdade.
O crime ocorreu no dia 26 de junho de 1997, em frente ao número 100 da rua Barão de Lucena, em Botafogo, na zona sul da cidade, quando três homens armados assaltaram Armando Tavares e acabaram matando-o com três tiros na cabeça. O autor dos disparos foi Adriano Osório Cabral, que morreu em setembro de 1997, durante outro assalto. A juíza entendeu, no entanto, que os outros dois homens tiveram participação "ativa e eficaz" no crime. "Os meliantes agiram com intensíssimo dolo, merecendo severa censura penal em razão da gravidade da natureza dos fatos", assinalou em sua sentença.


