O coronel Ubiratan Guimarães vai sentar hoje no banco dos réus para ser o primeiro policial militar julgado pelo massacre de 111 presos no Pavilhão 9 da Casa de Detenção, no Carandiru, em São Paulo. Quase nove anos depois da chacina ocorrida em 2 de outubro de 1992, Guimarães responderá à acusação de ser responsável pelas 111 mortes e 5 tentativas de homicídio. O defensor do coronel, o advogado Vicente Cascione, afirma ter recebido uma informação de que integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) estão preparando ‘‘uma tragédia para o júri do Carandiru’’.

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