Acusado de roubar cônsul sueco acaba na mão da polícia
RIO - Um dos cônsules da Suécia no Rio Klaf Stefan Martisson foi vítima do golpe conhecido como boa noite, Cinderela, que consiste em uma pessoa colocar remédio para dormir na bebida de outra para roubá-la. Martisson levou para sua casa, no Flamengo, zona sul do Rio, na noite de quinta-feira, Roberto Ferreira, de 28 anos, que havia conhecido na Cinelândia, centro do Rio. Lá, foi sedado pelo visitante.
No dia seguinte, Martisson deu queixa na 1ª Delegacia Policial, na Praça Mauá. Os policiais montaram um cerco na Cinelândia até que Ferreira apareceu, foi reconhecido por Martisson e preso. Ferreira havia levado da casa do cônsul sueco US$ 1.500, uma grande quantidade de coroas suecas - a moeda do País - um relógio de ouro, pertences pessoais e um cartão de crédito, do qual o golpista conseguiu sacar R$ 800.
Os jornalistas tentaram contato com Martisson por intermédio de uma diplomata sueca lotada no Consulado do Rio. Mas ela disse ter tentado falar com o cônsul mas até as 12h45 não havia conseguido localizá-lo.





