MIAMI, EUA - O julgamento da ação para determinar o desbloqueio dos bens e o montante de dinheiro que a advogada Jorgina Maria de Freitas Fernandes, acusada de fraudar os cofres do INSS, deve devolver ao governo brasileiro, terminou no final da tarde de ontem com a condenação de Jorgina. O júri acolheu as provas apresentadas pelo governo brasileiro e condenou advogada a devolver aos cofres públicos o valor total que foi obtido graças às operações fraudulentas, que somam US$ 34.285.929,83. Os jurados ainda puniram a fraudadora com o roubo civil (civil theft), que prevê a triplicação do valor a ser restituído. Dessa forma, o valor a ser pago saltou para US$ 102.857.777. O governo já recuperou US$ 2.800.000.

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