Acidentes deixam dez mortos nas rodovias
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sábado, 06 de julho de 2013
Rubens Chueire Jr.<br>Reportagem Local 
Curitiba - As rodovias estaduais registraram dez mortes durante a primeira semana de julho, sendo quatro somente na última sexta-feira. Do total de ocorrências, segundo os dados do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), quatro foram colisões frontais, duas colisões longitudinais (laterais), dois atropelamentos, um choque com um barranco e um choque traseiro. E, com a chegada das férias escolares e universitárias, a polícia rodoviária alerta para que os motoristas redobrem a atenção ao sair de viagem. Foram duas mortes na PR-092, duas na PR-170, e uma nas PRs 090, 473, 435, 463, 525 e 650.
"É um número alto para uma semana. As colisões frontais são as mais fatais, matam três vezes mais do que a colisão longitudinal e, normalmente, envolvem imprudência e excesso de velocidade. O motorista tem que estar consciente de que se as normas forem infringidas ele vai correr risco. Além disso, a fiscalização está intensa porque percebemos um aumento no volume do tráfego por causa das férias de julho", disse o capitão Cristiano Carrijo, do BPRv.
Dois acidentes de sexta-feira envolveram colisões frontais. Por volta das 10h15, Paulo Roberto Dardengo, de 68 anos, que conduzia um veículo Uno, de Londrina, morreu na hora ao colidir frontalmente com o Vectra, de Alvorada do Sul, no km 046 da PR-437, entre as cidades de Alvorada do Sul e Primeiro de Maio. A motorista do Vectra teve apenas ferimentos leves. Em outra ocorrência, às 21h, Eziquel Vicente Ferreira, 42 anos, que dirigia o carro Verona, de Curitiba, veio à óbito após bater de frente com um Focus, de Marília (SP), no km 163 da PR-090, no município de Piraí do Sul.
O BPRv ressalta ainda que dos dez acidentes, sete ocorreram em dias com tempo bom, um com registro de garoa e dois em dias com nevoeiro. Outro dado é que entre os acidentes com vítimas fatais, sete foram registrados após as 17h. "Sempre frisamos que os motoristas precisam fazer uma revisão nos veículos antes de pegar a estrada. Ainda mais numa época em que o movimento é maior do que o normal", completou Carrijo.


