São Paulo - O rompimento de tubulações provocou na madrugada de ontem o vazamento de 9.000 litros de ácido clorídrico diluído da Petrobras Distribuidora, em um bairro industrial de Campo Grande (MS). Seis moradores da região que tiveram contato com os gases liberados passaram mal e tiveram de ser levados a hospitais da região. Todos foram liberados em seguida. Segundo o Corpo de Bombeiros, 300 famílias, que vivem num raio de 800 metros da Fábrica de Emulsões Asfálticas de Campo Grande, foram retiradas de suas casas por medida de precaução.
Os bombeiros verificaram depois de cerca de duas horas que não havia riscos de contaminação. Os moradores foram liberados para voltar às suas residências. A área atingida pelo vazamento foi reduzida por uma bacia de contenção existente em volta do tanque onde o ácido era armazenado. Segundo a Petrobras Distribuidora, técnicos da empresa neutralizaram o produto com três toneladas de cal.
A assessoria da Petrobras Distribuidora informou que a situação na fábrica está normalizada. As causas do vazamento serão investigadas por uma comissão de acidentes, que tem prazo de 30 a 45 dias para emitir um laudo.
Ambiente
De acordo com a Polícia Militar Ambiental, o vazamento não deve ter impacto no ambiente. O contato com o ácido clorídrico pode causar queimaduras, e a inalação dos seus gases por tempo prolongado pode provocar a morte.

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