Ação rápida gera insatisfação
Uma pesquisa feita pela Ipsos, a pedido da Galderma Brasil, também mostra a relação do jovem com a acne. Foram ouvidas 1,2 mil pessoas, com idade entre 12 e 22 anos, das classes ABCD, das principais cidades do País, no segundo semestre de 2009 e início de 2010. O objetivo do levantamento, de caráter quantitativo e qualitativo, foi detectar impactos emocionais da acne e os hábitos e condutas desses jovens no cuidado com a pele.
Assim como a pesquisa americana, a brasileira mostrou que os adolescentes vêem a acne como algo totalmente indesejado, que impulsiona sentimentos como inferiorização, fragilidade, exclusão e insegurança. Esses jovens também passam mais tempo em casa e evitam fazer coisas de que gostam para não entrar em contato com outras pessoas.
Segundo o estudo, os adolescentes se dividem em dois grupos - os que procuram um médico, na maioria das vezes sob influência da mãe, e os que tratam a doença por conta própria. Estes últimos buscam informações na web, em blogs ou comunidades virtuais, e normalmente fazem tratamentos curtos, o que leva a um alto grau de insatisfação.(C.P.)





