Acadêmicos apoiam paralisação
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segunda-feira, 27 de abril de 2015
Antoniele Luciano<br> Reportagem Local 
Londrina - Entre os acadêmicos da Universidade Estadual de Londrina (UEL), o clima era de apoio à decisão dos docentes. "Tenho professores na minha família e respeito muito os motivos deles. Do jeito que está não dá para ficar", considerou a aluna de mestrado em Patologia Renata Streck, 24. Mesmo com a greve, laboratórios de alguns cursos de mestrado e doutorado seguem funcionando normalmente. "É difícil porque temos que cumprir prazos de entrega mesmo com a greve", assinalou outra estudante, Jéssica Oliveira, 22, do mestrado em Administração.
O representante do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Artur Boligian, defendeu a participação dos estudantes como fundamental no processo de negociação com o governo. "Nós também nos sentimos prejudicados com que está acontecendo, temos cortes de bolsas e nem aumento para acompanhar o que está subindo, como o transporte coletivo. Tem estudantes passando fome na UEL, sem Restaurante Universitário. Precisamos fortalecer este movimento", sustentou. Segundo Boligian, novos ônibus devem ser disponibilizados até quarta-feira para levar mais estudantes para acompanhar a mobilização dos servidores públicos em Curitiba.


