Buenos Aires, 13 (AE-ANSA) - O mês de abril na Argentina foi o pior em termos de desemprego nos últimos 18 meses. A informação foi publicada no jornal Clarin, em sua edição de hoje (13). A queda na ocupação nas empresas privadas foi de 0,6%. No mês passado, 24 mil assalariados perderam seus empregos. Desde o começo do ano, 56 mil foram demitidos, segundo pesquisa oficial do Ministério do Trabalho. Só na capital e Grande Buenos Aires, nos últimos doze meses a queda na oferta de emprego formal foi de 1,6%. Em abril, os setores que mais demitiram foram transporte e serviços. O maior recuo na oferta de empregos se deu nas empresas de médio e pequeno porte.
Para o ministro do Interior, Carlos Corach, "é mais ou menos previsível" que ocorra essa queda na oferta de emprego no país por causa dos efeitos da crise internacional. Segundo ele, os fatos que mais atingiram o desempenho argentino foram a queda na demanda brasileira e no preço das matérias-primas no mundo.
As empresas italianas devem investir na Argentina US$ 957 milhões até o ano 2000. Deste total, 40% se destinam ao setor de comunicações. A Itália é o quinto país investidor na Argentina. Os outros setores nos quais os italianos estão de olho são automóveis, autopeças, construção, alimentos e bebidas, fornecimento de energia, agricultura, pecuária e pesca.

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