São Paulo, 24 (AE) - O vice-presidente executivo da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), Hélio Ishida, afirmou hoje que somente depois de 29 de março, quando será eleita a nova diretoria da entidade, serão planejados os rumos que os 36 sócios da Abrafarma em todo o País tomarão em conjunto. Entre eles, ações para retomar a credibilidade das redes de farmácias e drogarias abalada pela CPI dos Medicamentos principalmente a partir do momento em que o ex-presidente da Abrafarma, Aparecido Bueno Camargo, disse em depoimento que há remédios do tipo "BO" (bons para otário).
Camargo renunciou ao cargo ontem, e em seu lugar assumiu interinamente, até 29 de março, o vice-presidente da entidade Marcos Guimarães. Hélio Ishida afirma que, atualmente, a Abrafarma não oreinta seus sócios no sentido de as farmácias e drogarias disseminarem informações importantes sobre medicamentos ao público em geral. "As diferenças entre as regiões brasileiras são muito grandes, por isso não temos política de comunicação com o público", esclarece ele. O vice-presidente executivo diz que, por enquanto
a CPI dos Medicamentos não avisou sobre nova data para colher depoimento da Abrafarma.

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