Argélia, 17 (AE-AP) - Militantes islâmicos mataram dois soldados argelinos numa emboscada, segundo informação dos jornais locais. Mesmo com a contínua violência, não há sinal de que a prometida ofensiva militar esteja a caminho contra os rebeldes muçulmanos que recusam um plano de paz.
O jornal El Watan disse que os soldados foram mortos num ataque, no sábado, dois dia depois do prazo para a rendição dos rebeldes.
O jornal atribui o ataque a uma facção do Grupo Islâmico Armado (GIA) especializada em ataques de forças de segurança. O grupo é dirigido pelo rebelde Hassan Hatab.
O presidente argelino Abdelaziz Bouteflika ofereceu anistia parcial para os militantes islâmicos que se rendessem até 13 de janeiro e não fossem culpados de assassinatos, bombardeios ou sequestros, numa tentativa de acabar com oito anos de violência que provocaram mais de 100.000 mil mortes. Antes de estabelecer o prazo, Bouteflika prometeu "lutar sem misericórdia" com aqueles que não se rendessem. Mas, hoje (17), ainda não há sinal da ofensiva prometida.

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