Segundo a PF, tudo começa nas aldeias e pequenas propriedades na floresta. Os madeireiros entram na região, trocam as árvores de mogno por produtos de primeira necessidade ou pagam um preço irrisório. Em seguida, a madeira é repassada para outra pessoa, que fica encarregada de tirar as toras até o igarapé ou rio mais próximo.
A partir da retirada da madeira, ela é marcadas em lotes. Eles usam o ''pool'', que são os sinais feitos pelos traficantes nas embalagens das drogas para identificar a qualidade e a procedência do produto.
Quando a madeira sai da floresta, outro grupo é encarregado de levá-la até as serrarias. Das serrarias, de onde sai acobertada com notas frias, a madeira processada é levada de caminhão para os portos de Belém, Barcarena, Santarém e Vigia, no Pará, e Paranaguá, onde consegue guias de importação e segue para o exterior.

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