A obesidade custa caro para as empresas
Washington, 06 (AE-ANSA) - A obesidade é prejudicial à saúde, e também à economia dos Estados Unidos, já que as empresas americanas perdem ao ter de investir em tratamentos médicos ou pela menor produtividade de seus empregados obesos.
Segundo um informe da Associação Nacional da Saúde, os norte- americanos com excesso de peso passaram de 46% em 1970 para 54% em 1998. No total, em 1998, 97 milhões de amreicanos foram classificados como "obesos".
"É claramente um fato epidêmico", afirmou Nancy Chockley, presidente do Instituto Nacional para o Controle e a Gestão da Saúde.
Tudo isto repercute na economia americana. Segundo um estudo da Universidade de Virgínia, as companhias americanas gastaram em 1995 US$ 100 milhões em tratamento médico para seus empregados obesos.
Pelo mesmo motivo, perderam US$ 40 milhões em produtividade. As causas principais continuam sendo os problemas crônicos do estilo de vida americano.
"A comida é apetitosa e fácil de cozinhar. Trata-se de perder cada vez menos tempo no trabalho. Todos trabalham em escritórios, consumindo cada vez menos energia e comendo cada vez mais", comentou Xavier Pi-Sunyer, diretor do Centro de Investigações sobre Obesidade do Hospital St. Luke, de Nova York.
O que não falta, entretanto, são possíveis soluções para o problema. Existem desde programas de ginástica que a companhia prepara para cada empregado até incentivos para quem emagrecer.





