7 Regras básicas para o marketing do bom pai
1- Comporte-se naturalmente. Dê atenção na medida certa. Se você exagerar com frequência, quando por qualquer motivo reduzir sua atenção, seu filho se sentirá desprezado.
2- Diga sempre ao seu filho QUE VOCÊ O AMA; principalmente quando ele não espera este tipo de declaração. Não economize nos gestos. Beijos, carinhos, abraços, emoção, muitas vezes valem mais que uma dezena de palavras; mas as duas atitudes, fazer e falar, não se excluem.
3- Vale mais encorajar do que repreender; incentivar do que premiar: eu aposto no seu discernimento.
4- OUÇA SEU FILHO (talvez a mais importante das recomendações). Aprenda a ouvir o que seu filho tem a dizer; ouça tudo, e até o fim; não interrompa, não conclua nem o obrigue a concluir no meio do relato. Mais do que a sua opinião. ELE QUER CONTAR PARA VOCÊ...
5- Nunca critique seu filho duramente, mesmo diante de uma aparente falta grave. Deixe que ele dê as razões. Se você não se convencer, tente refletir em conjunto com ele, ajudá-lo, por si só, conhecer o outro lado, aquele que não foi capaz de perceber, o que, eventualmente, o levou a errar.
6- Por mais certeza que você tenha do que vai acontecer, permita que seu filho experimente e conclua por si próprio. O melhor aprendizado é a própria experiência.
7- TRATE SEU FILHO COM A MESMA ATENÇÃO E CORDIALIDADE QUE VOCÊ RESERVA PARA SEUS AMIGOS. COM SORTE, ELE ACABARÁ TORNANDO-SE O MELHOR DE TODOS OS SEUS AMIGOS.
(Extraído do artigo Ter filhos, e ser Pai, de Francisco Alberto Madia de Souza, in CLASSE - revista de bordo da TAM, ano VIII, nº 47)





