7º óbito é confirmado em Londrina
Uma moradora de Londrina que estava no interior de São Paulo foi a sétima vítima fatal da gripe H1N1 registrada pela Secretaria de Saúde de Londrina. A morte ocorreu no mês de junho, mas os resultados do exame só foram divulgados nesta semana.
Além dos 33 casos de H1N1 confirmados por meio das internações hospitalares, outros 17 foram diagnosticados através da procura espontânea nas unidades sentinelas. Em Londrina, o Pronto Atendimento Infantil (PAI), a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim do Sol e o Hospital Universitário (HU) funcionam como referência para receber pacientes com sintomas da doença.
"As pessoas ficam achando que gripe a gente cura em casa, mas, considerando esse cenário atual, é importante procurar as unidades. Quem tem algum problema de saúde ou mesmo quem não tomou a vacina está mais sensível. O medicamento Oseltamivir está em toda a rede pública", ressaltou a gerente de Vigilância Epidemiológica, Rosângela Libanori.
"Continuamos dando retaguarda e orientações à população para que a doença seja evitada. As mãos são o principal ponto de transmissão do vírus. É preciso lavar bem as mãos, evitar contatos com as mucosas e manter os ambientes bem ventilados", reforçou o secretário municipal de Saúde, Gilberto Martin.(V.C.)





