Londrina - Cerca de 200 toneladas de lixo reciclável dos londrinenses não são recolhidas por catadores e ainda acabam sendo levadas para a Central de Tratamento de Resíduos (CTR). Reportagem publicada pela FOLHA no dia 5 de março aponta que o problema pode reduzir em até 17 anos a vida útil da CTR.
A Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) deve contratar uma terceira cooperativa para sanar o problema. A Cooperativa de Trabalho de Profissionais de Reciclagem de Londrina (Coocepeve) seria responsável por segregar e revender o lixo produzido por 55 mil domicílios de Londrina. O acordo com a prefeitura pode ser assinado ainda na segunda-feira.
Outro problema enfrentado pela administração municipal é que uma liminar obtida pela ONG Meio Ambiente Equilibrado impede a contratação da Ecosystem Serviços Urbanos LTDA, que venceu licitação por R$ 43 mil, para coleta de materiais recicláveis na cidade. A companhia tem débitos trabalhistas, o que a impede de participar de qualquer concorrência pública.
''A CMTU tem feito estudos para melhorar a segregação do lixo reciclável e futuramente fazer um novo modelo de coleta em Londrina, com a terceirização da coleta e entrega do material para cooperativas, que ficariam responsáveis pela triagem do lixo'', revelou o diretor de Operações da CMTU, Luciano Borrozzino.(D.M.)

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