Eclestone foi irônico. "As mulheres não têm a menor chance. A menos que seja uma negra, com um "super-look", preferencialmente judia ou muçulmana, e que fale espanhol", escreveu ele. Eclestone garante que o comentário não é preconceituoso, trata-se apenas, segundo ele, de uma visão "pragmática" do assunto.
"As mulheres jamais terão chance de crescer no automobilismo, porque ninguém as levaria a sério ou estaria disposto a investir nelas. Por causa disso, acho que nunca elas correrão em algum carro competitivo. Quem se arriscaria a isso? A Ferrari eu lhes asseguro que não", finalizou. A mulher que mais destaque teve
na F-1 foi a italiana Lella Lombardi. Ela disputou 12 GPs em 75 e na sua melhor performance, terminou na sexta posição no GP da Espanha daquele ano. Sua carreira foi interrompida no ano seguinte depois de um acidente grave. Na temporada de 1992, a também italiana Giovanna Amatti tentou a sorte na categoria, pela extinta Brabham, mas não conseguiu sequer se classificar para nenhuma prova.





