Santiago, 29 (AE-ANSA) - O candidato socialista às eleições presidenciais de dezembro no Chile, Ricardo Lagos, quer que o país seja membro pleno do Mercosul, e não apenas sócio preferencial. Lagos, da Coalizão dos Partidos da Democracia (CPD), oficial, reconhece que o processo é complexo porque "seus aspectos são mais econômicos que políticos".
Ele disse ainda que "o próximo século será marcado por uma política de blocos e o Chile não se inserirá no mundo senão por meio do bloco ao qual pertence, a América Latina". As eleições no Chile serão realizadas em 12 de dezembro. As pesquisas prevêem que deve haver segundo turno, em 16 de janeiro, quando Lagos pode ter de enfrentar o direitista Joaquín Lavín.
Apesar da derrota nas presidenciais de ontem, a esquerda uruguaia registrou um "grande avanço", segundo Lagos. Ele acha que a coalizão liderada por Tabaré Vázquez, é uma opção aos partidos tradicionais, o Colorado e o Nacional.





