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quinta-feira, 11 de novembro de 1999
por Nelson Breve 
Brasília, 11 (AE) - O líder do governo na Câmara, Arnaldo Madeira (PSDB-SP), disse há pouco que tinha sob controle a votação da admissibilidade da proposta de emenda constitucional (PEC) dos inativos na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Ele assegurou que já tinha acertado previamente com os presidentes de outras comissões a liberação dos deputados governistas no momento em que fosse iniciada a votação nominal da PEC na CCJ.
Segundo Madeira, é compreensível que o fato de o governo ter pedido a verificação de quórum ao invés da oposição, como costuma acontecer, tenha causado surpresa, mas que não houve derrota na votação. "Não perdemos, porque a votação só termina no fim, após o último votar", argumentou. Ele avaliou que a própria derrota na votação simbólica "não estava fora do que tinha imaginado ontem". Madeira não quis fazer previsões sobre a votação da emenda em plenário. Ele disse apenas que é possível concluir a votação na comissão especial que vai apreciar o mérito da proposta ainda neste ano.
Serviço militar - O líder do governo na Câmara informou também que pretende votar, ainda hoje no plenário da Câmara, o projeto de lei que permite o trabalho voluntário de jovens dispensados do serviço militar por excesso de contingente nas atividades internas das polícias militares estaduais. Esses jovens, segundo ele, poderiam receber dois salários mínimos por mês, num contrato de um ano renovável por mais um ano. Segundo o Madeira, esta é uma reivindicação de vários governadores, inclusive o de São Paulo, Mário Covas.


