Leipzig, 08 (AE-AP) - Um tribunal superior alemão confirmou hoje (08) pena de 6,5 anos de prisão contra Egon Krenz, que substituiu o ex-líder comunista Erich Honecker no governo da ex-RDA.
Ele é acusado de envolvimento no assasinato de quatro alemães orientais que tentaram transpor o Muro de Berlim em 1997.
O ex-líder comunista, que permaneceu no poder apenas seis semanas, é responsável pela abertura das fronteiras alemãs em 9 de novembro de 1989 - dia da queda do muro.
"É uma ironia que isso ocorre comigo", reagiu ele, culpando a gerra fria pelos assassinatos de civis.





