Sydney, Austrália, 04 (AE-AP) - A grande maioria dos australianos não quer a rainha da Inglaterra como sua chefe de Estado, mas votará para manter seu posto no referendo de sábado porque não concorda com a alternativa, informa uma pesquisa publica hoje (04).
Segundo o levantamento, para a maioria dos 12,3 milhões de eleitores australianos, as mudanças constitucionais exigidas para estabelecer a figura de um chefe de Estado genuinamente australiano são exageradamente grandes.
O principal voto do referendo de sábado oferecerá a oportunidade de mudar a Austrália de uma monarquia constitucional para o sistema republicano e trocar a rainha Elizabeth II como chefe de Estado por um presidente eleito.
A Austrália é uma nação independente desde 1901, mas como outros países do Commonwealth, incluindo a Nova Zelândia e o Canadá, ainda reconhece a monarca britânica como sua chefe de Estado.
Segundo a pesquisa, publicada na edição de hoje do jornal The Daily Telegraph, de Sydney, apenas 9% dos eleitores que planejam votar contra a república - conhecidos como "eleitores do Não" - afirmam que manter a família real britânica é sua motivação.
O jornal, conhecidamente pró-republicano, interpretou o resultado como uma mostra de que apenas um em cada dez australianos deseja manter a rainha como representante do Estado australiano.
O mesmo levantamento mostrou que 45% dos "eleitores do Não" afirmam que não há nada de errado com o sistema atual de governo e que, por isso, não há razão para modificá-lo. Ao mesmo tempo, um terço desses eleitores votará contra a república devido às incertezas sobre os efeitos das mudanças constitucionais. Maioria dos australianos não quer rainha como chefe de Estado
Sydney, Austrália, 04 (AE-AP) - A grande maioria dos australianos não quer a rainha da Inglaterra como sua chefe de Estado, mas votará para manter seu posto no referendo de sábado porque não concorda com a alternativa, informa uma pesquisa publica hoje (04).
Segundo o levantamento, para a maioria dos 12,3 milhões de eleitores australianos, as mudanças constitucionais exigidas para estabelecer a figura de um chefe de Estado genuinamente australiano são exageradamente grandes.
O principal voto do referendo de sábado oferecerá a oportunidade de mudar a Austrália de uma monarquia constitucional para o sistema republicano e trocar a rainha Elizabeth II como chefe de Estado por um presidente eleito.
A Austrália é uma nação independente desde 1901, mas como outros países do Commonwealth, incluindo a Nova Zelândia e o Canadá, ainda reconhece a monarca britânica como sua chefe de Estado.
Segundo a pesquisa, publicada na edição de hoje do jornal The Daily Telegraph, de Sydney, apenas 9% dos eleitores que planejam votar contra a república - conhecidos como "eleitores do Não" - afirmam que manter a família real britânica é sua motivação.
O jornal, conhecidamente pró-republicano, interpretou o resultado como uma mostra de que apenas um em cada dez australianos deseja manter a rainha como representante do Estado australiano.
O mesmo levantamento mostrou que 45% dos "eleitores do Não" afirmam que não há nada de errado com o sistema atual de governo e que, por isso, não há razão para modificá-lo. Ao mesmo tempo, um terço desses eleitores votará contra a república devido às incertezas sobre os efeitos das mudanças constitucionais.





