Brasília, 04 (AE) - O ministro interino do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Milton Seligman, informou há pouco que doze empresas se inscreveram para receber os incentivos do regime automotivo de desenvolvimento regional (que prevê redução do IPI em até 32% para empresas que se instalarem nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do País). O prazo de inscrição acabou em 31 de outubro. Das doze, oito estão pedindo inscrição no novo regime; duas, a extensão dos benefícios do primeiro regime automotivo regional, cujo prazo de inscrição se encerrou em 31 de maio de 97 para as montadoras e em março de 98 para as empresas de autopeças, e duas - uma empresa de autopeças e uma de motocicletas -, a inclusão no novo regime automotivo regional. Seligman informou que duas empresas pediram extensão do primeiro incentivo - a Tocantins Montadoras de Veículos Ltda, para produzir um caminhão leve, e a Trolle Veículos Especiais, para produzir jipes - porque ainda não concluíram seus investimentos. Segundo ele, o Ministério vai estudar este caso, porque, se conceder o benefício para uma, terá que estendê-lo a todas. Outras duas empresas - a Autocast Ltda, produtora de autopeças, e a Motor Phyros do Brasil, produtora de motocicletas - querem sua inclusão no novo regime. Mas Seligman adiantou que estas empresas não deverão ser habilitadas, porque a lei 9.826/99, de agosto deste ano, só prevê o benefício da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para montadoras de automóveis.
As oito montadoras que se inscreveram para o novo regime automotivo de desenvolvimento regional estão oferecendo investimento de quase R$ 1,7 bilhão e o total de 7.160 novos empregos diretos, além de 2.700 empregos indiretos, que seriam criados pelas 17 empresas fornecedoras a serem atraídas para Camaçari (BA) pela Ford. Das oito, seis - a Recorre Industrial Ltda, a Ford do Brasil Ltda., a Loar do Brasil, a CAOA Montadoras de Veículos Ltda, a Kia Brasil Automobile Ltda e a KV Brasil Ltda - se instalariam na Bahia; uma - a MMC Automotores do Brasil S.A. - em Goiás e uma - a Diana Automotive S.A. - no Ceará. As empresas que se apresentaram têm prazo de 12 meses para apresentar toda a documentação e seu projeto de investimentos, e prazo de 42 meses para implementar seu projeto, a partir da data de sua habilitação. O governo não estipulou prazo para habilitá-las. Doze empresas se inscreveram para incentivo do regime automotivo
Brasília, 04 (AE) - O ministro interino do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Milton Seligman, informou há pouco que doze empresas se inscreveram para receber os incentivos do regime automotivo de desenvolvimento regional (que prevê redução do IPI em até 32% para empresas que se instalarem nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do País). O prazo de inscrição acabou em 31 de outubro. Das doze, oito estão pedindo inscrição no novo regime; duas, a extensão dos benefícios do primeiro regime automotivo regional, cujo prazo de inscrição se encerrou em 31 de maio de 97 para as montadoras e em março de 98 para as empresas de autopeças, e duas - uma empresa de autopeças e uma de motocicletas -, a inclusão no novo regime automotivo regional. Seligman informou que duas empresas pediram extensão do primeiro incentivo - a Tocantins Montadoras de Veículos Ltda, para produzir um caminhão leve, e a Trolle Veículos Especiais, para produzir jipes - porque ainda não concluíram seus investimentos. Segundo ele, o Ministério vai estudar este caso, porque, se conceder o benefício para uma, terá que estendê-lo a todas. Outras duas empresas - a Autocast Ltda, produtora de autopeças, e a Motor Phyros do Brasil, produtora de motocicletas - querem sua inclusão no novo regime. Mas Seligman adiantou que estas empresas não deverão ser habilitadas, porque a lei 9.826/99, de agosto deste ano, só prevê o benefício da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para montadoras de automóveis.
As oito montadoras que se inscreveram para o novo regime automotivo de desenvolvimento regional estão oferecendo investimento de quase R$ 1,7 bilhão e o total de 7.160 novos empregos diretos, além de 2.700 empregos indiretos, que seriam criados pelas 17 empresas fornecedoras a serem atraídas para Camaçari (BA) pela Ford. Das oito, seis - a Recorre Industrial Ltda, a Ford do Brasil Ltda., a Loar do Brasil, a CAOA Montadoras de Veículos Ltda, a Kia Brasil Automobile Ltda e a KV Brasil Ltda - se instalariam na Bahia; uma - a MMC Automotores do Brasil S.A. - em Goiás e uma - a Diana Automotive S.A. - no Ceará. As empresas que se apresentaram têm prazo de 12 meses para apresentar toda a documentação e seu projeto de investimentos, e prazo de 42 meses para implementar seu projeto, a partir da data de sua habilitação. O governo não estipulou prazo para habilitá-las.





