Brasília, 17 (AE)- Com a adesão de apenas 1% dos servidores previstos no Programa de Demissão Voluntária (PDV), o governo federal terá um custo de aproximadamente R$ 107,182 milhões e uma economia anual de R$ 56,785 milhões. Em 1996, ano do último PDV, o custo foi de R$ 182 milhões e a economia foi de R$ 100,2 milhões por ano. Ainda dentro do Programa de Gestão de Pessoal, 84 servidores pediram licença não-remunerada e 63 optaram pela redução da jornada de trabalho com a diminuição proporcional do salário. Segundo o secretário-executivo do Ministério do Planejamento, Guilherme Dias, em alguns Estados a adesão foi pequena, comparada ao número de servidores. Citou como exemplo o Rio de Janeiro, que tem o maior número de servidores federais no País. No Rio, a adesão foi de 495 funcionários, o que representa 13,72% dos 107.298 servidores no Estado. Em São Paulo, a adesão foi de 397 servidores, que correspondem a 11,01%, dos 37.923 funcionários. Guilherme Dias não descartou a possibilidade de o governo implantar um novo PDV
nos próximos anos.

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